Iconografía Barranco

Caminhos de Água

O Vale do Jerte é o Vale da Água, a ligação entre vale e rio é tal, que os leva a partil- har até o nome. O rio nasce na cabeceira do Vale próximo ao puerto de Tornavacas, uma origem humilde para uma verdadeira força da natureza, sobre a qual se sustenta a vida desta região. Vale e rio não podem ser entendidos sem a rede de ribeiros e gargantas que os alimentam, formando um sistema hídrico de sangue transparente que circula vale abaixo à procura do seu cam- inho entre imponentes mural- has de rocha. Esta luta de mi- lénios formou uma espécie de intricados labirintos, onde se escondem um punhado de es- paços geográficos singulares: As gargantas do Vale do Jerte, autênticos tesouros geológi- cos e ambientais. Contemplar este caminho de água e rocha, é fazê-lo ao coração e história deste Vale no sopé da Serra de Gredos. Uma viagem que nos leva a recantos onde a beleza natural se mostra em todo o seu esplendor.

Monte da Cruz

TORNAVACAS

Antiga capital do senhorio dos Álvarez de Toledo, marcada pela sua condição fronteiriça, era a primeira povoação que alcançavam os rebanhos da Mesta provenientes de Castela. No início de Maio realizam-se importantes festas locais, como a noite de fogo, a representação de uma lenda local “Ya Tornan las Vacas” e a Procissão da Cruz. Nesta última, os vizinhos sobem ao Monte da Cruz, onde é celebrada uma missa popular, depois há comida do campo de convivência com jogos tradicionais e charanga. Neste monte existe um miradouro natural de onde pode desfrutar de magníficas vistas sobre o Vale a partir de puerto de Tornavacas, o maciço del Torreón (2400 m.) e até Plasencia, além do cume de Castilfrío (2338 m.) e da Garganta de San Martín ao Leste.



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